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Segundo pesquisa de 2006 do CEMPRE, dos 5.563 municípios brasileiros, 327 prefeituras operam programas de coleta seletiva (menos de 6%). Como ela abrange muitos dos municípios mais populosos, cerca de 25 milhões de brasileiros têm acesso a esses programas e 43,5% deles mantém relação direta com cooperativas de catadores. As regiões Sul e Sudeste continuam com melhor desempenho e juntas contabilizam 279 cidades com programas estruturados. O estado de São Paulo apresenta o maior número de iniciativas: 114 no total. Na seqüência, aparece Rio Grande do Sul (40), Paraná (39), Santa Catarina (33), Minas Gerais (28), Rio de Janeiro (17) e Espírito Santo (8).
Santos (SP), Santo André (SP), Itabira (MG), Curitiba (PR) e Londrina (PR) são as localidades que têm 100% da população engajada. Logo depois, vêm Florianópolis (SC), com índice de 87%, Belo Horizonte (MG), com 80%, e Campinas (SP), com 75%. O papel e o papelão, juntos, somam 38% do peso do lixo nas cidades pesquisadas. O plástico, o vidro e os metais ficam com 20%, 14% e 9%, respectivamente. Já as embalagens longa vida e o alumínio têm índices de 2% e 1%, enquanto a fatia de diversos (baterias, pilhas, borracha, madeira etc.) é de 5% e a de rejeito, 11%.
É importante exigir que a prefeitura adote um manejo adequado dos resíduos tóxicos domiciliares como restos de tinta e solventes.
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que chame mais atenção do público , e falar mais detalhadamente sobre as cidades vcs só falam em um geral dos estados . bejuuuus Bel e Lu